APECC defende “pacto pelo comércio seguro” para manter a renda de famílias, empregos e empresas em São Paulo

A Associação Paulista do Circuito das Compras (APECC) no sentido de colaborar para a manutenção dos empregos, do comércio, das empresas e da vida, propõe ao Governo do Estado medidas que viabilizem a reabertura segura dos estabelecimentos em São Paulo.

Por meio de uma carta aberta, enviada ao governador João Doria, a Associação propõe um pacto pelo comércio seguro. A proposta visa viabilizar uma solução, dentro dos padrões sanitários e de distanciamento social, que permita a abertura dos estabelecimentos na região central, onde está localizado o Circuito das Compras. O objetivo é manter a renda de famílias que vivem direta e indiretamente deste trabalho, garantindo os empregos, além de mitigar os efeitos socioeconômicos da pandemia.

"Estimamos que 35% das empresas que paralisarem seus negócios, neste momento, poderão encerrar definitivamente suas atividades", afirma em nota Armando Luiz Rovai, consultor jurídico da APECC. A avaliação feita em conjunto com especialistas de mercado resultou na preocupação com as consequências junto às famílias dos trabalhadores que poderão ser demitidos.

"Este trabalho é a única fonte de renda para muitas famílias. Comprometer o emprego dos funcionários do comércio é agravar a crise humanitária que enfrentamos", avalia Ademir de Moraes, presidente da APECC. Para os empreendedores, o cenário também é devastador. "Muitas empresas que sobreviveram ao primeiro fechamento caminham para o colapso", ressalta.

Comércio popular é fonte de renda para famílias 

O Circuito das Compras - composto pelas regiões do Brás, Pari, Bom Retiro, São Bento e Sé - representa mais de 50 mil empresas da região do centro da capital paulista. Estes que geram aproximadamente 280.000 empregos diretos e movimentam mais de R$ 29 bilhões por ano. Impactando, dessa maneira, mais de 2 milhões de pessoas por dia apenas na cidade de São Paulo.

Por isso, a APECC defende a manutenção dos horários de funcionamento do comércio, reforçando todos os protocolos sanitários, científicos e de distanciamento social. "Com isso, renovamos nosso pleito pela sobrevivência das empresas e a manutenção de empregos", afirma o presidente da APECC.

De acordo com o Governo do Estado, a fase vermelha passa a valer a partir das 0h deste sábado (6) até o dia 19 de março. A determinação ocorre após o estado bater recorde de óbitos por Covid-19 e internados com a doença. Os serviços considerados essenciais (educação e atividades religiosas) seguem autorizadas a operar durante o período.

Confira na íntegra: Carta ao Sr. Governador João Doria - assinada

 

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